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Como as vacinas funcionam?

Publicado em: 01/03/2021

Como as vacinas funcionam e se são eficientes, são dúvidas bem comuns. No entanto, de acordo com a organização sueca World Health, a vacinação é um dos meios mais eficazes de se reduzir o impacto de doenças infecciosas em uma população. Ficando atrás apenas da água potável.

Mas, como as vacinas funcionam? E será que as vacinas são mesmo eficientes? Para começar, vamos ver as respostas a essas perguntas.

Como as vacinas funcionam?

Nosso corpo consegue lidar com grande parte dos organismos que nos rodeiam. Entretanto, de tempos em tempos, um organismo desconhecido infecta uma população e o nosso sistema imunológico precisa aprender a combater tal patógeno. É aí que entram as vacinas.

Normalmente, as vacinas carregam antígenos, partes do organismo causador da infecção e doenças, enfraquecidos ou inativos. Uma vez injetado no corpo, esse antígeno faz com que o sistema imunológico responda, produzindo anticorpos contra o invasor.

Recentemente, novas tecnologias têm possibilitado que vacinas sejam produzidas sem antígenos. Logo, elas carregam um tipo de marcador genético, que dá ao corpo apenas a informação de invasão por um patógeno, sem a presença real dele. Em ambos os casos, o invasor não tem forças para causar a doença no indivíduo.

De fato, ao receber a vacina, o corpo não fica imune à infecção. Sendo assim, o indivíduo ainda pode se contaminar com o vírus em questão. No entanto, o sistema imunológico já sabe como reagir a ele, impedindo que a infecção progrida para o desenvolvimento da doença e a progressão de sintomas graves.

Quais os benefícios das vacinas?

Controle de mortalidade, morbidade e complicações

Vacinas têm sido um meio eficaz de proteger populações antes da exposição aos patógenos. Dessa forma, campanhas de vacinação de crianças, têm sido bem sucedidas em impedir doenças causadoras de meningites, septicemia, pneumonias e outras doenças.

Com efeito, isso ficou provado na década de 90, por meio de estudos clínicos realizados com crianças europeias, nativo ameircanas, chilenas e africanas. Similarmente, de acordo com os estudos divulgados pela World Health, o Reino Unido, a Alemanha e a Suécia também relataram a eficácia das vacinas. Consequentemente, as crianças vacinadas não desenvolveram doenças que eram comuns nas regiões.

Diminuição da gravidade da doença

Anteriormente, já dissemos que a vacina não impede a contaminação de quem a recebe. No entanto, no caso de um surto, quem é vacinado apresenta sintomas leves, ou pode ser assintomático. Já a população não-vacinada, pode acabar desenvolvendo sintomas graves e doenças correlacionadas à infecção pelo patógeno.

O que podemos concluir

Apesar de toda informação disponível, é compreensível que as pessoas estejam mais preocupadas com a segurança das vacinas do que com sua eficiência. Na verdade, os dados indicam que a população pesquisa mais pelos riscos oferecidos do que pela eficiência das vacinas.

Sendo assim, podemos concluir que as vacinam funcionam na prevenção contra o agravamento de infecções por patógenos. Além disso, sua eficiência tem sido provada ao longo de décadas de estudo e erradicação de doenças que causavam grande número de mortes e custos aos sistemas de saúde ao redor do mundo.

 

Referências:

Imagem de Angelo Esslinger por Pixabay

WHO | Vaccination greatly reduces disease, disability, death and inequity worldwide xxx

Vaccines: Benefits outweigh the risks | KPWHRI (kpwashingtonresearch.org)

How do vaccines work? (who.int)

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