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Mídias sociais e o cancelamento: Minas de dinheiro e do “Cancelamento”

Publicado em: 04/08/2021

As se tornaram pautas populares na internet, e hoje, mais do que nunca, representam a nova forma de interação virtual.

A explosão dessas redes marcou o século XXI, e nunca se viu fenômenos como esse.

Instagram, Facebook e Twitter reúnem bilhões de usuários na ativa, criando dois opostos extremos: uma mina de dinheiro e o efeito do cancelamento.

Para entender mais sobre a relação entre dinheiro, mídias sociais e o cancelamento, continue acompanhando.

Alguns números das mídias sociais

mídias sociais e o cancelamento

De acordo com um relatório chamado The Global State of Digital, lançado em 2020 pela Hootsuite, cerca de 3,484 bilhões de pessoas têm conta em uma rede social. Isso representa 45% da população mundial.

Enquanto isso, mais de 140 milhões de brasileiros usam as mídias ativamente, e passam mais de 3 horas conectados.

As mídias sociais e o cancelamento também repercutem por mais de um dispositivo. Segundo o relatório, 95% dos perfis sociais são acessados por celulares, e 91% por computadores.

O Facebook lidera como rede social mais utilizada do mundo, enquanto o Instagram, que pertence ao mesmo grupo, vem em segundo lugar.

Além disso, mais de 20% dos usuários afirmaram terem comprado no Instagram Shopping, uma tendência crescente.

Por que as mídias sociais se tornaram fontes de dinheiro?

Diante dessas porcentagens, não é difícil entender a relação entre dinheiro, mídias sociais e o cancelamento.

As plataformas de interação se transformaram em minas de dinheiro por diversos fatores.

A começar pelo número de usuários ativos, que são o público perfeito para propagandas e campanhas estratégicas.

Com a evolução do e-commerce, as vendas pela internet deixaram de ser um diferencial e se tornaram uma rotina.

Dessa forma, as empresas enxergam nas redes sociais uma chance de aumentar seu faturamento, com anúncios e divulgações.

No entanto, essa não é a única forma. As grandes empresas não apenas publicam anúncios patrocinados, como também criaram o fenômeno dos influenciadores, contratando pessoas com muitos seguidores para divulgar produtos.

São pessoas reais que atingem públicos reais, potencializando o mercado de vendas nas mídias, criando uma nova era lucrativa.

E o que é cancelamento?

Por outro lado, as mídias sociais e o cancelamento são o outro extremo dessa popularidade.

Basicamente, a cultura do cancelamento é uma forma de punir, julgar e expulsar a posição de influenciador de uma pessoa por conta de suas atividades.

Esse fenômeno é como um tribunal moderno e virtual, onde os usuários atuam como juízes e executores da pena, que quase sempre envolve humilhação pública e perda de patrocínios.

Dinheiro, mídias sociais e o cancelamento: como lidar?

É inegável a relação entre dinheiro, mídias sociais e cancelamento. Afinal, foram essas plataformas que potencializaram ambos os fenômenos.

O grande alcance de usuários é, ao mesmo tempo, responsável pela fonte de ouro das grandes marcas, e também o responsável pela cultura que julga e “cancela” influenciadores.

Nos dias atuais, parece difícil lidar com essa relação instável e sensível. Por isso, a melhor alternativa é saber como equilibrar os lados positivos e negativos da internet, e se atentar para não se deixar ir para os extremos de cada um.

 

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